quinta-feira, 6 de setembro de 2012
A bíblia em 24 dias!
segunda-feira, 9 de abril de 2012
A cabana
quarta-feira, 7 de março de 2012
Livro: Red Moon Rising

terça-feira, 31 de janeiro de 2012
O Jesus que eu conheço.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Sobre a virtude de ser radical
SOBRE A VIRTUDE DE SER RADICAL
Dizer que é possível ouvir a voz de Deus e obedecer-lhe é tido como algo esquisito, quase banal, hoje em dia. Quase como um guru de auto-ajuda num surto psicótico, ou um papai noel todo-poderoso, Deus manda líderes evangélicos comprar para si carros BMW e mansões, ajuntar ouro para re-construir um templo de Salomão em terras tupiniquins, pedir grandes somas a seus fiéis, fugir com dinheiro em espécie para paraísos fiscais.
Para os mais sérios, falar com Deus parece presunçoso. Como ele vai se ocupar comigo sendo que tem tanto em que pensar? Como eu, um zé-ninguém, vou “servir” em alguma coisa aos propósitos de Deus? Parece que ele é grande o suficiente pra fazer o que ele tem de fazer sem precisar de mim.
Para acabar com essas dúvidas, basta ler a Bíblia. Houve tantos zés-ninguém que “serviram” a Deus em seu propósito! De fato, Deus só teve de fazer tudo pessoalmente num momento da história e, mesmo assim, teve um ministério curto, de apenas três anos. Quem completou seu trabalho foram os zés, como eu e você, que acreditaram radicalmente nele.
A palavra radical assusta um pouco as pessoas hoje em dia. Todo mundo quer é ser meio zen. Até no meio cristão consideramos o equilíbrio como uma virtude suprema. Se alguém está se sacrificando muito na obra, dizemos, com voz solene: “Cuidado! Temos de ter equilíbrio”. Jogamos água fria na ousadia e nos sonhos radicais dos jovens, dizendo-lhes que devem se preparar para uma vida equilibrada, e até mesmo que viver em extrema dedicação a Deus lhes trará problemas no futuro.
Curiosamente, o conceito de “equilíbrio” não é um conceito cristão, mas grego. Platão e Aristóteles se referiram ao equilíbrio como o lugar de felicidade e virtude. É difícil relacionar a pessoa de Jesus a essa idéia. Jesus não tinha nada de “equilibrado”. Ele era extremamente radical. Não trilhou o caminho mais fácil. Foi extremo em sua crítica à religião instituída, adotou um estilo de vida “anormal”, radicalizou em sua maneira de amar, não se dobrando aos preconceitos e tabus de sua cultura.
Jesus não tinha como alvo a felicidade ou o bem-estar pessoal. Seu alvo era obedecer a Deus. Aristóteles estabeleceu que a virtude está no meio, e o budismo permeou a cultura pós-moderna com a idéia de que o “caminho do meio” é o melhor caminho. No entanto, a Bíblia afirma que os mornos serão vomitados, e narra histórias de heróis da fé que tiveram uma fé radical, a ponto de terem sido mortos ao fio da espada, torturados, serrados ao meio. A falta de radicalismo hoje nos induz a um cristianismo insípido, acomodado ao formato do mundo.
Para a radicalidade de Jesus não existem padrões de vida preestabelecidos; existe antes a obediência diária à voz do Pai. Hoje, esta voz pode me dizer para sair de casa, passar vários dias em oração e jejum, renunciar à alimentação, ao conforto dos relacionamentos familiares. Amanhã, ela poderá me dizer: “Volte para os seus, esteja com eles, eu quero você em casa”. Posso tentar equilibrar tudo o que tiver em minhas mãos: ministério, dedicação aos pobres, estudo, oração, conforto e desconforto, tempo de renúncia e tempo de restauração pessoal, e enlouquecer no processo. Como equilibrar o desespero pelas almas com a paz de Cristo? A dor pelos perdidos com o conforto de um coração restaurado?
Só Deus, em sua capacidade de nos guiar nos detalhes de nossa vida, pode nos dar o verdadeiro equilíbrio. Para alcançá-lo, entretanto, temos de estar dispostos à obediência radical. Temos de ir ao extremo de obedecer em tudo, mesmo naquilo que nos pareça absurdo e contrário ao senso comum. Aliás, hoje em dia o senso comum é um grande indutor ao erro.
Seguir a Deus numa aventura missionária para algum lugar perigoso é uma decisão fora do equilíbrio de uma vida convencional. No entanto, se foi ele mesmo quem nos mandou, temos de pesar tudo para saber se ouvimos a ele ou ao nosso entusiasmo por aventuras. Assim, estaremos seguros.
A maioria dos povos não alcançados hoje está em lugares de difícil acesso. Politicamente fechados ou geograficamente isolados, é preciso uma dose dobrada de coragem para se chegar a eles. Para um servo, porém, para um verdadeiro escravo de seu Senhor, não podem existir restrições ou condições impostas à obediência. Obediência é a regra, é a vida. Deus nos convida à obediência radical.
Ser radical para Cristo, no entanto, é diferente de ser fundamentalista. O atentado contra as torres gêmeas colocou o mundo em oposição à religiosidade radical. Foi o fundamentalismo islâmico que gerou o terrorismo. O fundamentalismo cristão também cometeu atrocidades e provocou guerras. Quando falamos da radicalidade da obediência a Cristo, estamos falando do radicalismo do amor. Amar os povos e a Cristo, que os criou, até o fim. Amar, batendo mosquitos nas pernas até que as picadas se tornem feridas; amar, carregando os filhos nas costas para atravessar uma floresta debaixo de água, para passar apenas algumas semanas com os amigos de outra cultura que estão no caminho de descobrir a Deus. Amar, embrenhando-se num país estranho, sofrendo o frio das montanhas e comendo churrasco de rato assado em meio às cinzas de um vulcão, simplesmente porque algumas pessoas em algumas casas precisam aprender a ler melhor a Bíblia.
A única bomba que esse amor radical carrega é o Espírito Santo. Um dia podemos estar ali, desanimados diante de duas ou três pessoas — as únicas que suportaram ouvir nossa mensagem carregada de sotaque —, e, de repente, a bomba explode e a praça se enche. As mulheres vêm de dentro das suas casas limpando as mãos no avental; os homens chegam do trabalho, olhando curiosos, com o olhar brilhando com a chama do arrependimento.
Mas pode ser também que essa bomba leve anos para explodir. Pode ser que, passados trinta anos, ela ainda se mantenha intacta, e tenhamos de ir embora sem ver o resultado, que só será colhido uma geração mais tarde. Essa vida pode não parecer agradável, mas é. Posso assegurar hoje, depois de ter vivido muitas aventuras com Deus, que não há vida melhor do que esta.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Testemunho - Filipinas
"Meu nome é Erika, eu tenho 19 anos e sou do Brasil" - Repeti essa frase cerca de 100 vezes em um mês e meio.
Bom, seis meses atrás eu fui para o Hawaii, e ao contrário do que todo mundo pensou, não fui pra surfar.
Praia, sol e mar todo dia? Esqueça!!
Minha rotina diária era aula, Jesus e limpar banheiro!
Fiz uma escola chamada PhotogenX, que visa combater a injustiça no mundo através da fotografia e então além das aulas sobre Deus e o seu caráter, tive aulas de fotografia e muitas informações sobre as mais diversas questões de injustiça. Meu coração foi moído nessas horas, mas aprendi a agradecer a Deus pela minha vida em Curitiba.
Tive a oportunidade de conhecer a Hakani, aquela indiazinha que escapou do infanticídio.
Mas de tudo o que eu aprendi e vivi lá, a mais importante e especial coisa que eu conquistei foi que eu aprendi que Deus está perto de mim, ele é mais real do que eu imaginava e que eu posso ter um relacionamento verdadeiro com ele, porque ele me responde.
Na segunda parte da minha escola fui tirada completamente da minha zona de conforto e fui mandada para as Filipinas.
Eu achava que ia mudar o país, que cada lugar que eu chegasse as pessoas iam aceitar a Jesus e mudar completamente. E Deus resolveu me mostrar como eu sou pequena e não posso fazer nada. Logo na primeira semana, eu estava em uma lanchonete sentada, comendo uma batata frita, aí veio um rapaz com um bebê e me pediu comida pra alimentar a criança. Dei a minha batata frita, mas não me senti uma heroína, pelo contrário, vi o quão impotente eu sou e como eu não posso fazer nada pra mudar a situação daquele país. Só Deus e oração pra mudar isso mesmo.
Nunca estive em um lugar tão pobre (Filipinas é o segundo país mais pobre da Asia e o décimo terceiro mais populoso do mundo).
No primeiro mês, trabalhamos diretamente com uma da consequências da pobreza: a prostituição.
Eu, que antes julgava e olhava torto, tive meu coração completamente quebrado por essas meninas.
Na primeira vez que fui ao bar, eu realmente não sabia como reagiria. Eu não conhecia ninguém que estava indo comigo e estava praticamente sozinha. No caminho, fiz uma pequena oração. Pedi a Deus que pudesse olhar para aquelas meninas da maneira que Ele olha. E foi tão fácil amá-las! Não olhei nas roupas, nem nas danças pra tentar atrair algum cliente. Olhei nos olhos. Voltei para casa realizada, porque eu sabia que tinha cumprido a meta: EU TINHA AMADO!
Durante esse mês, tínhamos a tarefa de criar um livro para alertar o governo filipino sobre o que acontece no país.
Mas o governo é completamente ciente disso. O livro por si só não mudaria nada! Um dia, Deus falou tanto comigo sobre o livro.
Ele me revelou o que estava no coração dele sobre esse livro. E ele falou que só a oração é capaz de mudar a situação da prostituição nas Filipinas. A partir daí, escrevemos uma oração para colocar no livro, que agora sim pode trazer esperança para as meninas, já que esse era o nosso foco principal. O nome do livro, traduzindo para o português é: "Expostas: Revelando Valor".
Em uma noite, fomos para a cidade de Angeles, que é o lugar mais sujo em que já estive em toda a minha vida. É bar atrás de bar e cada bar é enorme e cheio, cheio de meninas.
Cada menina nesses bares tem um crachá com um número e uma cor. Cada cor define um diferente preço e o número é a sua identificação. Entramos em alguns bares e a única maneira de falar com as garotas era ir aonde elas estavam dançando. Minha líder contou que em um dos bares em que entramos, quando fomos no stage dançar e conversar com as meninas, aquele sorriso falso de tentar atrair algum cliente se transformou em um sorriso verdadeiro, de quem estava se divertindo mesmo. Aquela hora percebi o quanto nossas pequenas ações fizeram a diferença na vida daquelas meninas.
Aí nosso ministério mudou completamente: fomos do bar pra igreja, literalmente.
Foi um tempo muito difícil pra mim, pois meu coração estava completamente em combater a injustiça e eu não via sentido em falar meu testemunho para pessoas que já conheciam a Deus. (depois fiquei sabendo que muita gente ia nas igrejas só pra ouvir a gente falar, porque a gente era diferente e tal)
Foi um tempo em que Deus escolheu para ME moldar e me tratar. Porque todas as vezes que eu me sentia frustrada, eu sabia que não poderia voltar pra casa, então corria pro colo de Deus e ele sempre levou todas as minhas frustrações embora. Ele me deu duas palavras específicas para aquele período e de fato, tratou muito a minha vida nessas áreas: alegria e ousadia!
Foi um tempo em que pude ver a beleza de Deus, vi como ele é lindo através do sorriso das pessoas, das casinhas com chão de barro, do céu estrelado, da alegria do povo filipino… Percebi que mesmo que o que eu estivesse fazendo fosse algo que eu, a Erika, não gostasse, fazer a vontade de Deus me deixava muito mais completa do que fazer o que eu estava fazendo antes.
Eu contava os dias pra ir embora das Filipinas, mas agora, após refletir um pouco, percebo o quanto sinto saudades daquele lugar e que tudo o que eu queria agora é estar lá de novo, sorrindo pras pessoas, e fazendo não a minha vontade, mas a vontade de Deus para mim..."
Erika Hayashi
- Poderia focar esse texto em mil diferente coisas, mas esse foi o testemunho que dei na minha igreja, a Comunidade Cristã Reviver. Esse mesmo testemunho também está disponível no site da comunidade (www.ccreviver.com.br).
- Quanto a minha vida daqui pra frente, eu não sei! Eu não faço ideia do que vai acontecer no próximo ano, estou realmente esperando em Deus, gostaria de continuar em missões, bom, espero poder vir logo com mais notícias.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Eu tenho sede de justiça
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Doações LIVRO
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Livro: Exposed - Revealing Worth
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domingo, 11 de julho de 2010
Publicação de um Livro + Cartas de encorajamento
quarta-feira, 16 de junho de 2010
itinerário Filipinas
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Book Report: "The Irresistible Revolution"
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Book Report: "Making Jesus Lord"
Basically, all we have to do is give up all our rights and surrender everything to Him
However, the part of the book that touched me most was about HUMILITY.
A Hawaiian custom is to take your shoes when you enter a house. In Brazil, I'm never barefoot and one reason is because i live in a cold city, but anyway, people do not see welcome a person who is barefoot.
Moses took off his shoes when entering holy ground and in the context in which he lived, this meant not having any right, like a slave.
Walking barefoot means giving up certain things.
Jesus was the guy who gave up everything. Relinquished the right to be God, gave up marrying, gave up and even have money and to have a good reputation.
Jesus gave up his right for LIFE! And that is how we should live our lives. As Jesus lived, we must surrender our lives for love of Him and so we will have true life:)
Mark 8: 34 and 35
"And He summoned the crowd with his disciples and said to them: If anyone would come after me must deny himself and take up his cross and follow me.Pois whoever would save his life will lose it will, but whoever loses his life for my sake and the gospel will save it. "
Surrendering our rights back at him, we demonstrate our love for Him
And Jesus does not ask us to deliver things that he did not deliver.
I do not want to put my shoes ...